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- Portaria MTE nº 1.259/2026 Atualiza a NR-35 e Torna Treinamento Presencial Obrigatório.
A publicação da Portaria MTE nº 1.259/2026, no Diário Oficial da União desta quinta-feira (16), marca uma das mais importantes atualizações recentes da Norma Regulamentadora nº 35 (NR-35), que trata da segurança em trabalhos realizados em altura. A nova regulamentação estabelece mudanças significativas tanto na capacitação dos trabalhadores quanto nos critérios técnicos para utilização de escadas fixas verticais. Entre as principais alterações está a obrigatoriedade de que todo treinamento da NR-35 seja realizado exclusivamente na modalidade presencial, eliminando a possibilidade de cursos híbridos ou com módulos teóricos na modalidade de Ensino a Distância (EAD). A medida busca fortalecer a qualificação prática dos profissionais e garantir maior uniformidade na aplicação dos conteúdos exigidos pela legislação. Treinamentos passam a ser 100% presenciais Com a inclusão do item 35.4.5 na NR-35, todos os treinamentos iniciais, periódicos e eventuais deverão ocorrer presencialmente. A mudança encerra uma prática adotada por diversas empresas, que dividiam a carga horária entre aulas virtuais e atividades práticas presenciais. As empresas que já possuem trabalhadores capacitados parcialmente em cursos híbridos terão até um ano para complementar ou refazer a capacitação conforme as novas exigências. Escadas fixas terão avaliação técnica individualizada Outra mudança relevante diz respeito às escadas fixas verticais utilizadas como meio de acesso. A exigência automática do Sistema de Proteção Individual contra Quedas (SPIQ) deixa de existir de forma genérica. A partir da nova portaria, a necessidade de utilização desse sistema deverá ser definida por meio de uma análise de risco específica, considerando fatores como: finalidade da escada; frequência de utilização; características construtivas; condições operacionais do local. A norma permite que a avaliação seja realizada por grupos de escadas com características semelhantes, desde que devidamente documentada e incorporada aos procedimentos operacionais da organização. Adequação ocorrerá de forma escalonada Embora a portaria entre em vigor imediatamente, o Ministério do Trabalho estabeleceu um cronograma para adaptação das organizações. Os prazos para implementação da análise de risco variam conforme a quantidade de escadas fixas existentes: Até 500 escadas: adequação em até 1 ano; De 501 a 1.000 escadas: prazo de 2 anos; Acima de 1.001 escadas: prazo de 3 anos. Já os treinamentos realizados parcialmente em EAD deverão ser regularizados até 16 de julho de 2027. Impacto para empresas e profissionais As alterações atingem diversos segmentos da economia, incluindo construção civil, indústria, energia, telecomunicações, logística, manutenção predial e todos os setores que executam atividades acima de dois metros de altura com risco de queda. Além da necessidade de reorganizar calendários de treinamento, as empresas deverão revisar procedimentos internos, atualizar programas de gerenciamento de riscos (PGR), elaborar análises técnicas das escadas fixas e manter documentação disponível para eventual fiscalização do Ministério do Trabalho. Especialistas avaliam que a nova regulamentação reforça a cultura de prevenção ao priorizar avaliações técnicas específicas em vez da aplicação automática de medidas padronizadas, proporcionando maior adequação às diferentes realidades operacionais. Segurança passa a ser o foco principal A Portaria MTE nº 1.259/2026 representa um novo momento para a aplicação da NR-35. Ao exigir treinamentos totalmente presenciais e fortalecer a gestão de riscos por meio de avaliações técnicas documentadas, o Ministério do Trabalho busca elevar o padrão de segurança nas atividades em altura e reduzir acidentes relacionados a quedas, uma das principais causas de lesões graves e fatais no ambiente de trabalho. As organizações devem iniciar imediatamente seus processos de adequação, revisando treinamentos, procedimentos operacionais e critérios de segurança para garantir conformidade com a nova legislação e, principalmente, ampliar a proteção dos trabalhadores que atuam em atividades de risco. Fonte: Comunicação Institucional Febrabom
- Bombeiro Civil Evita Tentativa de Suicídio em Edifício no Centro de Porto Alegre.
Ação rápida do profissional, com apoio do Corpo de Bombeiros Militar e do SAMU, garantiu o resgate seguro da vítima após momento de alto risco no 12º andar de um prédio. Uma rápida atuação de um Bombeiro Civil evitou uma tentativa de suicídio na tarde desta segunda-feira (13), em um edifício localizado no Centro Histórico de Porto Alegre. A ocorrência foi registrada às 12h45, após o porteiro informar que uma mulher se encontrava em situação de risco no 12º andar. Ao chegar ao local, o profissional encontrou a vítima sentada no parapeito de uma janela, com as pernas voltadas para o lado externo da edificação. Durante o acompanhamento, a mulher passou a permanecer completamente em pé do lado de fora, aumentando o risco de queda. Após acionar o Corpo de Bombeiros Militar, o Bombeiro Civil manteve o monitoramento da situação até identificar uma oportunidade segura para realizar a intervenção. A manobra denominada ponto cego onde a vítima perde o campo de visão do resgatista foi executada com sucesso, permitindo a contenção da vítima antes da chegada das equipes especializadas. Na sequência, militares do Grupo de Busca, Salvamento e Resgate (GBS) assumiram a ocorrência, enquanto o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou o atendimento pré-hospitalar e encaminhou a mulher para atendimento médico. A ocorrência durou cerca de 1h30 e foi encerrada sem vítimas fatais. A atuação integrada entre o Bombeiro Civil, funcionários do prédio, Corpo de Bombeiros Militar e SAMU foi decisiva para preservar a vida da mulher. Se você ou alguém próximo estiver enfrentando uma crise emocional ou pensamentos suicidas, procure ajuda imediatamente. No Brasil, o Centro de Valorização da Vida (CVV) oferece apoio emocional gratuito e sigiloso pelo telefone 188 ou pelo site oficial. Em situações de risco iminente, acione o SAMU (192) ou o Corpo de Bombeiros (193). Fonte: Comunicação Institucional Febrabom
- GP Patriotas Promoveu Encontro com Palestra Sobre a Dinâmica da Informação no Cenário Atual.
Na manhã deste domingo (12), integrantes do Grupamento Cívico Patriotas (GP Patriotas) participaram de mais um encontro preparatório voltado à organização das atividades e do desfile cívico de setembro. O encontro reuniu os membros do grupamento para alinhamento de ações, definição de estratégias e fortalecimento do compromisso com o civismo. Além das pautas relacionadas à organização do desfile, os participantes acompanharam uma palestra gratuita promovida e certificada pela Febrabom – Força Brasileira em Defesa da Profissão Bombeiro Civil. Que teve como tema: "Dinâmica da Informação no Cenário Atual", abordando a importância da comunicação responsável, da análise crítica das informações e dos desafios impostos pela velocidade com que conteúdos são compartilhados na sociedade contemporânea. Durante a atividade, foram discutidos aspectos relacionados à verificação de informações, ao impacto das redes sociais na formação da opinião pública e à necessidade de desenvolver uma postura crítica diante do grande volume de notícias e conteúdos disponíveis diariamente. A iniciativa reforça o compromisso do GP Patriotas em oferecer, além das atividades cívicas, oportunidades de capacitação e desenvolvimento de seus integrantes, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, preparados e comprometidos com os valores da responsabilidade, da ética e da participação social. A Febrabom evidencia a importância da educação continuada como ferramenta de fortalecimento institucional, promovendo conhecimento, cidadania e qualificação por meio de ações voltadas à comunidade. Fonte: Comunicação Institucional Febrabom
- Alerta Com O Frio: O Erro Comum Que Pode Fazer Aparelhos de Aquecimento Causarem Incêndios.
Incêndio recente em Pelotas acendeu alerta sobre o uso de lareiras, calefatores e aquecedores elétricos dentro de casa; saiba como evitar acidentes com a queda nas temperaturas. Um incêndio que atingiu uma residência no condomínio Veredas, no bairro Laranjal, em Pelotas, neste mês, acendeu o alerta sobre os perigos invisíveis que acompanham a busca por conforto térmico com a chegada dos dias mais frios no Estado. Apesar de ninguém ter ficado ferido na ocorrência, a casa teve danos materiais, e a principal suspeita é de que as chamas tenham começado em um calefator. Com as temperaturas mais baixas já sendo registradas nas últimas semanas, o Corpo de Bombeiros tem reforçado as orientações sobre os cuidados necessários no uso de lareiras, calefatores e aquecedores elétricos. Segundo a corporação, a antecipação do uso dessas alternativas para aquecer os ambientes eleva o risco de acidentes causados por descuidos e falta de manutenção dos equipamentos. O perigo oculto nas chaminés. De acordo com os bombeiros, um dos problemas mais comuns observados quando o frio começa a se intensificar está relacionado às lareiras tradicionais e ao acúmulo de fuligem nas chaminés devido ao longo tempo em que os aparelhos ficaram sem utilização. A gente nota que durante o período de frio as pessoas buscam conforto térmico e acabam recorrendo a algumas alternativas para se aquecer. Muitos incêndios acontecem justamente em razão desses descuidos no uso dos equipamentos, explicou o tenente do Corpo de Bombeiros, Fabrício Madruga. Segundo o oficial, quando a limpeza da chaminé não é feita regularmente, a fuligem acumulada pode entrar em combustão e atingir temperaturas próximas de mil graus Celsius. Dependendo da posição da chaminé e do material ao redor, como madeira, isso já pode ser um indício de início de incêndio alertou o tenente. Cuidados com aquecedores na madrugada. Outro ponto de atenção destacado pela corporação são os aquecedores elétricos, muito acionados especialmente durante a madrugada. Entre os erros mais comuns estão deixar o aparelho ligado enquanto as pessoas dormem, posicioná-lo próximo de cortinas, tapetes, sofás e camas ou utilizar extensões e adaptadores conhecidos como benjamins ou "T". Esses equipamentos têm alta potência e consomem bastante energia elétrica. As extensões não são projetadas para isso e podem superaquecer, iniciando um incêndio — explicou Madruga. A orientação das equipes de socorro é que o aquecedor seja ligado diretamente na tomada e nunca utilizado para secar roupas, toalhas ou cobertores. Muitas vezes as pessoas colocam uma toalha próxima ou em cima do aquecedor para secar. Com o tempo, aquele material vai aquecer até entrar em combustão — afirmou. Os bombeiros também recomendam que a rede elétrica da residência seja revisada periodicamente por um profissional, especialmente em casas antigas ou com grande uso simultâneo de equipamentos elétricos. Como usar lareiras ecológicas com segurança. O uso de lareiras ecológicas, cada vez mais comum nos últimos anos, também exige cuidados específicos. Os modelos funcionam com álcool e devem ser mantidos longe de materiais inflamáveis. Além disso, é importante evitar ambientes totalmente fechados para permitir a circulação mínima de ar. Outra recomendação vital é não reabastecer a lareira logo após o uso. O recipiente permanece muito quente. Se a pessoa colocar álcool logo em seguida, pode ocorrer uma ignição espontânea durante o abastecimento, explicou o tenente, orientando que o usuário deve aguardar entre 30 e 40 minutos antes de colocar novamente o combustível líquido. O protocolo correto em caso de emergência. Em caso de princípio de incêndio, a recomendação do Corpo de Bombeiros é que as pessoas deixem imediatamente o local e não tentem salvar objetos ou móveis de valor. Muitas pessoas acabam tentando agir como heróis e isso pode custar vidas. O mais importante é sair do ambiente e acionar o corpo de bombeiros pelo telefone 193, orientou a corporação. Outra medida indicada pelas equipes de salvamento é desligar o disjuntor geral da residência, principalmente quando a emergência envolve aparelhos eletrodomésticos ou falhas nas instalações elétricas.
- Pesquisa Inédita do IBGE Apresenta Retrato do Impacto das Chuvas do RS em Desastre Climático de 2024.
A coleta foi realizada entre 15 de setembro de 2025 e 27 de fevereiro de 2026.O total de moradores afetados na área da pesquisa foi estimado em 6.333.727. Em relação ao local de moradia após o desastre climático, observa-se que 14,6% das pessoas mudaram de endereço. A mudança de endereço motivada pelo desastre climático incidiu sobre 37,9% daqueles moradores que trocaram de moradia. Ao todo, 133 municípios integraram a pesquisa.O total de domicílios nas áreas mais afetadas pelas enchentes foi estimado em 2.328.093.88,0% dos domicílios apresentaram ocorrências causadas pelo desastre climático; as mais incidentes foram Interrupção do fornecimento de água e luz, ambas com 66,3%.55,5% dos moradores avaliaram que seus domicílios sofreram algum tipo de dano na estrutura após as enchentes.67,5% dos entrevistados informaram que tiveram a saúde mental abalada. A mudança de endereço motivada pelas chuvas que atingiram o Rio Grande do Sul, em 2024, atingiu 37,9% dos moradores afetados. A informação foi divulgada na Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul - PEERS, nesta quarta-feira (1), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).A operação, experimental e inédita, teve como objetivo produzir informações obtidas nos domicílios sobre os impactos provocados pelo evento climático extremo ocorrido e avaliar a percepção da população afetada quanto à qualidade de vida após o desastre. Além de investigar as características socioeconômicas dos moradores atingidos, a pesquisa avançou na compreensão dos danos sofridos e dos graus de gravidade vivenciados, possibilitando também conhecer o tipo de suporte demandado e recebido e a opinião sobre as medidas de prevenção e recuperação. Dessa forma, a PEERS, tal como concebida, possui potencial para oferecer subsídios para a formulação de políticas públicas voltadas às mudanças climáticas, que sejam efetivas na prevenção e enfrentamento de fenômenos dessa natureza, na mitigação de seus efeitos e recuperação de danos.Através da realização da PEERS, foi desenvolvida uma metodologia de pesquisa para medir impactos em decorrência de desastres climáticos, que poderá ser usada em situações que possam vir a ocorrer em qualquer lugar do país, como explicou a gerente substituta de Estudos e Pesquisas Sociais do IBGE, Juliana Paiva.“Possibilita respostas rápidas à população frente aos danos decorrentes de desastres naturais e ao enfrentamento de fenômenos dessa natureza. Propicia informação que amplia a conscientização de diferentes atores sociais sobre as graves implicações da inação diante de riscos climáticos. Possui potencial para oferecer subsídios para a formulação de políticas públicas que sejam efetivas na mitigação e recuperação de danos sofridos, bem como na minimização dos impactos de futuros eventos”, disse Juliana sobre a metodologia. Mais do que um fenômeno climático isolado, a catástrofe revelou a necessidade urgente de ações rápidas, não só de suporte à população atingida, mas também de recuperação e prevenção. A PEERS corresponde à parte da atuação do IBGE na força-tarefa instituída para apoiar o Estado do Rio Grande do Sul após o desastre climático de 2024. A pesquisa foi desenhada para propiciar a construção de indicadores voltados à mensuração dos efeitos das chuvas intensas sobre a população atingida.“A PEERS inovou ao capturar dados, pela primeira vez em uma pesquisa domiciliar, através de entrevistas telefônicas assistidas por computador, onde um agente treinado do CETAC, que é o Centro de Entrevista Telefônica Assistida por Computador do IBGE, liga para o informante e realiza a entrevista no mesmo momento. Além dessa coleta rápida e eficiente, esse método possibilita a realização de crítica de dados e gravação da entrevista, facilitando todo o processamento e controle de qualidade da pesquisa”, completou Juliana. Os resultados da PEERS divulgados apresentam informações referentes às características-gerais dos moradores afetados, aos impactos das chuvas em sua vida, moradias e entorno, às condições de trabalho e estudo antes e depois do evento, bem como à percepção da qualidade de vida no período pós-desastre e ao conhecimento relativo às medidas de prevenção e recuperação. Ao todo, 133 municípios integraram a pesquisa. A coleta foi realizada entre 15 de setembro de 2025 e 27 de fevereiro de 2026, com utilização da inédita metodologia na captura de dados. Pela primeira vez no IBGE, em uma pesquisa domiciliar, a coleta de dados telefônica foi centralizada e realizada de acordo com a metodologia Coleta Eletrônica Assistida por Computador, que integra técnicas específicas de abordagem e de monitoramento da captação. O principal retrato obtido através da PEERS é o relato dos impactos do desastre climático que ocorreu no RS pelo olhar das pessoas que vivenciaram as enchentes. “A pesquisa contemplou entrevistas diretas com a população, o que até então nunca tinha acontecido. Foram ouvidos os próprios moradores dos domicílios e o desenho da amostra assegurou que fossem contemplados aqueles que estavam localizados nas áreas mais atingidas pelas chuvas. Abordaram o que aconteceu no período, desde os impactos físicos nas suas casas e entorno e evacuação, passando pelos impactos na vida pessoal; citaram a saúde e o atendimento médico durante as inundações, por exemplo; condições de trabalho e estudo, até a avaliação a qualidade vida pós-desastre”. Domicílios nas áreas mais afetadas chegaram a 2.328.093O total de domicílios nas áreas mais afetadas pelas enchentes foi estimado em 2.328.093. A PEERS investigou a avaliação do morador sobre as condições da estrutura física dos domicílios após as inundações, com os seguintes resultados: “destruídos” 81.272 domicílios (3,5%) e 190.253 como “muito danificados” (8,2%), evidenciando que essas condições de máxima precariedade foram atribuídas a 11,7% dos domicílios.Já o total de moradores afetados na área da pesquisa foi estimado em 6.333.727. Dentre esses, 24,9% residiam em domicílios em que as condições gerais de vida no momento da coleta eram piores do que as vivenciadas no mês anterior às enchentes, superando o percentual daqueles que moravam em domicílios em que foram avaliadas melhorias (17,3%). A avaliação de que a qualidade de vida permaneceu a mesma foi a percepção correspondente à maioria dos moradores (56,5%).Ao considerar a renda domiciliar mensal dos moradores na época das enchentes, destaca-se que 4.231.602 ou 66,8% do total estava concentrado na classe de rendimento de até R$5.000,00.População atingidaEm relação ao sexo de nascimento, 51,9% das pessoas afetadas declararam feminino e 48,1% responderam masculino. Quando considerada a variável cor ou raça, a branca foi majoritária, registrando 78,5%, seguida da categoria parda, com 14,3%. Os moradores que se afirmaram pretos correspondiam a 6,7%. A distribuição etária nas áreas da pesquisa apontou proximidade entre o percentual de moradores com até 15 anos de idade (19,5%) e o daqueles que tinham mais de 60 anos (20,0%). Ainda se observa que, do total de moradores investigados, 28,8% afirmaram ter concluído o ensino médio ou possuíam superior incompleto (1.822.001).55,5% relataram danos estruturais e 14,6% mudaram de endereçoEm relação ao local de moradia após o desastre climático, observa-se que 14,6% de pessoas mudaram de endereço, correspondendo ao contingente de 922.233. Nesse grupo, 28,3% viviam em domicílios com renda de até R$ 2.000,00. Esses dados indicam uma concentração de moradores que mudaram de endereço após as inundações nesses baixos rendimentos, uma vez que, na distribuição de renda do total da população, correspondiam a 24,0%. O percentual do total de moradores dos domicílios para os quais for relatada a existência de danos na estrutura ficou em 55,5%. Entre aqueles em que não houve relato de estrago estrutural, essa parcela foi de 16,9%.A existência de impactos causados pelas enchentes no bairro e ruas próximas foi informada por 68,7% do total estimado de domicílios. No exame desses impactos segundo os rendimentos, observa-se que a distribuição foi similar à resultante do total de domicílios, ratificando que as enchentes produziram efeitos nas vizinhanças das residências de diferentes posicionamentos socioeconômicos. Os domicílios com rendimento de até R$ 3.000,00 correspondiam a 45,4% daquelas moradias em que houve impacto das enchentes em suas proximidades, percentual similar ao do total de moradias nesta faixa de renda (43,4%).Observando-se as residências que apresentaram algum dano na estrutura e os que identificaram problemas causados pelas chuvas nas redondezas, o percentual foi 65,6%. Quando não houve relato de impactos nos bairros e ruas próximas, segundo domicílios avaliados com danos nas estruturas físicas, a proporção correspondeu a 25,7%.Saúde metal foi o maior efeito na vida pessoal dos moradoresPara captar a forma como as enchentes afetaram a vida pessoal dos moradores, foram estimados na PEERS, para situações impactantes devidas às fortes chuvas, os totais de domicílios em que pelo menos um morador sofreu tais impactos. Os maiores percentuais corresponderam às seguintes ocorrências: saúde mental abalada (67,5%); interrupções na vida social ou no convívio com família ou amigos (58,4%) e dificuldade no deslocamento para trabalho, escola ou creche (57,3%).484.221 domicílios receberam auxílio financeiro pago por ente públicoNo campo das medidas paliativas, a pesquisa investigou sobre o auxílio financeiro pago por ente público às famílias desabrigadas em razão das enchentes. Foi perguntado se algum morador do domicílio recebeu essa transferência entre abril e maio de 2024. Em 484.221 domicílios, foram reportados o recebimento dessa ajuda por ao menos um morador, representando 20,8% do total. A análise dessas moradias beneficiárias, segundo os rendimentos, apontou que 52,9% estavam na classe de até R$ 3.000,00. Na distribuição do total de domicílios, esse percentual alcançou 43,4%. Nos domicílios com renda acima de R$ 10.000,00, o índice era de 4,7%. Especificamente nos domicílios em que houve o pagamento do auxílio financeiro público e foi avaliado com algum dano na estrutura, a proporção atingiu 88,7%. Necessitaram de atendimento médico em razão das enchentes pelo menos um morador de 196.293 domicílios (8,4%) e 56,1% deles tinham rendimentos de até R$ 3.000,00, evidenciando concentração nas classes menos favorecidas. Também sob essa condição, foi elevada a participação de domicílios com registro de danos na estrutura (86,5%).Transporte aquático foi o principal meio de resgateO resgate de moradores foi pesquisado para a situação em que os domicílios ficaram impossibilitados de serem acessados, somando 652.107 ou a proporção de 28,0% do total de domicílios estimado na PEERS.Nesses resgates, os principais meios de transportes utilizados foram o aquático (70,0%) e o terrestre (34,6%). Em relação aos agentes que realizaram os resgates, os voluntários responderam pela maioria absoluta dos domicílios atendidos (74,9%), enquanto os órgãos oficiais (Bombeiros, Forças Armadas, Defesa Civil etc.) atenderam 35,4%. Impactos na educação e mercado de trabalhoA interrupção das atividades escolares em decorrência das enchentes foi um impacto importante das chuvas. A pesquisa apontou que 1.696.612 pessoas frequentavam a escola em abril de 2024. Não sofreram paralisação à ida escolar 20,5% dos estudantes, enquanto 78,9% deixaram de comparecer, temporária ou permanentemente, à escola à época das enchentes. Dentre esses moradores que interromperam, a quase totalidade (94,8%) tinha retomado a presença na instituição de ensino no período da coleta.Outro efeito relevante investigado na vida dos moradores em consequência das fortes chuvas diz respeito à situação no mercado de trabalho. Antes das enchentes, desempenhavam trabalho remunerado formal ou informal 3.043.889 moradores nas áreas pesquisadas, que correspondiam a 58,3% das 5.221.594 pessoas com 14 anos ou mais de idade. Interromperam esse exercício de trabalho remunerado durante as enchentes 56,4% ou 1.718.066 dos indivíduos que trabalhavam antes das inundações. No período da coleta, a inserção em trabalho remunerado mostrou recuperação, alcançando total similar ao de antes das enchentes, 3.035.991. Os percentuais de piora foram superiores aos de melhora para os seguintes itens: acesso aos serviços de saúde (22,3% e 14,7%), fornecimento de água (17,7% e 10,5%), escoamento da água da chuva (29,3% e 14,1%), esgotamento sanitário (17,2% e 8,9%) e transporte coletivo (23,2% e 8,7%). Por outro lado, foram maiores as proporções que incidiram em melhora de fornecimento de energia elétrica (11,7%), iluminação de rua (19,1%) e limpeza das ruas (17,8%). Os percentuais de avaliação de que houve uma piora do atendimento para esses três serviços foram, respectivamente: 10,5%, 11,2% e 14,4%. Opinião sobre trabalho de recuperação foi item pesquisado Os trabalhos de recuperação realizados nas áreas atingidas pelas enchentes foram considerados satisfatórios pelos moradores entrevistados nos domicílios em que residiam 41,0% da população pesquisada (2.594.761 frente a 6.333.727). Observando-se os moradores com opinião positiva, 46,9% tinham renda domiciliar até R$ 3.000,00. Quanto à declaração de que os trabalhos não foram satisfatórios, o percentual foi de 39,2%. Em relação à avaliação insatisfatória, 14,5% estão na classe acima de R$10.000,00, enquanto a aprovação nessa classe representou 9,1% de moradores, respectivamente 469.618 e 236.403 pessoas.Pesquisa destaca Regiões IntermediáriasA pesquisa cobriu oito Regiões Intermediárias (RIs) do Estado, porém, para garantir a precisão das estimativas, foi necessário agregar Uruguaiana, Ijuí e Passo Fundo, resultando em seis RI analisadas: 1. Porto Alegre; 2. Caxias do Sul; 3. Santa Cruz e Lajeado; 4. Pelotas; 5. Santa Maria; 6. Uruguaiana, Ijuí e Passo Fundo.A RI de Porto Alegre é a mais populosa, correspondendo a 59,3% dos domicílios e 59,0% dos moradores frente à área completa de cobertura da pesquisa, que totalizou 6.333.727 moradores e 2.328.093 domicílios. A RI de Uruguaiana, Ijuí e Passo Fundo apresentou número absolutos de domicílios (41.587) e de moradores (121.260) muito inferiores aos referentes às demais cujos totais de domicílios e moradores superaram, respectivamente, 190.000 e 500.000.Especificamente na RI de Porto Alegre, a ocorrência de domicílios com danos na estrutura alcançou 55,0% das moradias. Nessa região, observaram-se as condições de danos mais graves dos domicílios: destruídos, com 5,1%, e muito danificados, com 10,9%.A gravidade do evento climático vivenciado, os relatos de impactos das chuvas nos bairros e arredores dos domicílios alcançaram percentuais superiores a 70% em três Regiões Intermediárias: Santa Cruz do Sul e Lajeado, Porto Alegre e Uruguaiana, Ijuí e Passo Fundo, que resultaram em valores maiores em relação ao da área total pesquisada, 68,7%. As demais RIs ficaram abaixo do geral, porém acima de 50%.Os percentuais de domicílios que relataram danos nos seus arredores variaram entre 51,1% (RI de Caxias do Sul) e 76,5% (RI Santa Cruz do Sul e Lajeado). Para a cobertura completa da pesquisa, o percentual foi de 68,7%.Em relação ao tipo de dano, Ruas ou rodovias danificadas, alagadas ou interditadas foi o mais incidente em cinco RI, afetando 57,1% de domicílios na região de Pelotas e 70,6% na RI de Santa Cruz do Sul e Lajeado. Na região de Caxias do Sul (44,1%) essa ocorrência ficou em segunda posição, sendo superada por quedas de árvores e de postes e deslizamentos (47,9%).Pontes quebradas, destruídas ou interditadas foi o tipo de impacto no bairro ou ruas próximas aos domicílios que apresentou participações mais variáveis entre as RIs. A suspensão do transporte público também afetou diferentemente as regiões. Para cada uma dessas duas situações, foram observadas variações superiores a 20% e 50%.Comparando o percentual de moradores com trabalho remunerado no período das enchentes com o momento da coleta, observa-se pouca variação nas RIs de Porto Alegre (de 58,3% para 58,2%) e Uruguaiana, Ijuí e Passo Fundo (de 62,8% para 63,0%). Apresentaram crescimento as regiões de Caxias do Sul (61,5% para 64,2%) e Santa Cruz do Sul e Lajeado (de 60,3% para 61,8%) e decresceram Pelotas (de 54,1% para 52,0%) e Santa Maria (de 55,4% para 50,7%). As quatro primeiras regiões registraram padrões consistentes com a recuperação observada para o total da pesquisa, em que foram identificados contingentes de inserção no trabalho praticamente iguais para os dois períodos, 3.043.889 e 3.035.991, correspondendo a 58,3% e 58,1% de moradores. Fonte: IBGE
- Profissão Bombeiro Civil Poderá Ganhar Novos Projetos de Lei no Rio Grande do Sul.
Febrabom e ABBC apresentam propostas ao Parlamento Gaúcho para fortalecer a regulamentação, qualificação profissional e ampliar a presença dos Bombeiros Civis nas políticas estaduais de proteção e defesa civil. Porto Alegre (RS) A profissão Bombeiro Civil poderá avançar significativamente no Estado do Rio Grande do Sul. Na manhã e tarde desta terça-feira (30), representantes da Febrabom e da representação estadual da ABBC Associação Nacional de Bombeiros Civis Representada por Júlio Valencio e diretoria executiva da Entidade participaram de uma reunião institucional no gabinete do Deputado Estadual Dr. Thiago, com o objetivo de discutir a construção de novas políticas públicas voltadas exclusivamente ao fortalecimento da categoria. Durante a reunião, foram debatidas propostas legislativas que buscam modernizar o ambiente regulatório da profissão, elevar os padrões de formação dos Bombeiros Civis e promover maior segurança jurídica para profissionais, empresas contratantes e instituições de ensino. Entre os principais temas apresentados esteve a elaboração de um Projeto de Lei Estadual que estabeleça critérios mais claros e objetivos para a formação de Bombeiros Civis no Rio Grande do Sul. A proposta pretende reforçar a observância dos requisitos logísticos, pedagógicos e presenciais previstos na legislação e nas normas regulamentadoras aplicáveis à qualificação profissional, contribuindo para elevar a qualidade do ensino e garantir maior transparência na relação entre escolas formadoras, empresas e futuros profissionais. Outro ponto de destaque foi a discussão sobre a criação de uma legislação estadual que incentive a contratação de Bombeiros Civis em diversos segmentos da iniciativa privada e em atividades de interesse público, reconhecendo o papel estratégico desses profissionais na prevenção de incêndios, atendimento a emergências e proteção da vida. A pauta também contemplou a proposta de instituição de um Calendário Oficial do Dia Estadual do Bombeiro Civil, unificando as celebrações da categoria em todo o território gaúcho e fortalecendo o reconhecimento institucional da profissão. Além das questões legislativas, foram debatidas iniciativas voltadas ao incentivo de programas permanentes de educação preventiva, cultura de segurança, gestão de riscos e ações integradas de Proteção e Defesa Civil, aproximando ainda mais a atuação dos Bombeiros Civis das políticas públicas de prevenção de desastres e redução de riscos. Compromisso com a valorização profissional. Durante a reunião, o Deputado Estadual Dr. Thiago destacou a importância da iniciativa e reafirmou o compromisso de analisar tecnicamente as propostas apresentadas. "Os Bombeiros Civis desempenham uma atividade essencial para a preservação da vida e do patrimônio. Nosso compromisso é construir, em conjunto com as entidades representativas, projetos que fortaleçam a profissão, promovam segurança jurídica e atendam ao interesse da sociedade gaúcha." Para o Presidente da Febrabom e Representante da ABBC Júlio Valencio, o encontro representa mais um passo no fortalecimento institucional da categoria e demonstra a importância do diálogo entre as entidades representativas e o Poder Legislativo. "A valorização do Bombeiro Civil passa, necessariamente, pela construção de políticas públicas sérias e permanentes. Estamos propondo medidas que elevam a qualidade da formação profissional, fortalecem a fiscalização, ampliam oportunidades de trabalho e, principalmente, aumentam a segurança da população. Este diálogo com o Parlamento demonstra que a profissão está cada vez mais organizada e comprometida com o interesse público." Destacaram ainda, que a união entre as entidades nacionais e estaduais é fundamental para consolidar avanços legislativos capazes de atender às demandas históricas da categoria, sempre observando os princípios da legalidade, da qualificação profissional e da proteção da sociedade. Próximos passos Ao final da audiência, ficou estabelecido que as propostas serão analisadas tecnicamente pelo gabinete parlamentar para subsidiar a elaboração dos respectivos Projetos de Lei, que poderão ser apresentados à Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul após a conclusão dos estudos jurídicos e legislativos. Fonte: Comunicação Institucional Febrabom
- Falta de Efetivo Impede Atendimento Permanente no Quartel dos Bombeiros do Cassino.
Com apenas 17 militares disponíveis para o serviço operacional, Corpo de Bombeiros aguarda chegada de novos soldados para reforçar atendimento em Rio Grande. A insuficiência de efetivo do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Sul (CBMRS) voltou ao centro das discussões em Rio Grande após dois incêndios registrados em dias consecutivos no Balneário Cassino. Os episódios reacenderam a preocupação da comunidade em relação à ausência de atendimento permanente no quartel localizado no balneário. Atualmente, a unidade do Cassino não mantém funcionamento ininterrupto. De acordo com o CBMRS, a principal causa é o déficit de bombeiros militares disponível para o atendimento operacional. Em entrevista à reportagem, o porta-voz da corporação, tenente Rafael Vieira Cabral, explicou que o Estado enfrenta uma redução significativa no efetivo, o que impossibilita manter equipes completas, simultaneamente, nos quartéis do Centro e do Cassino. "Hoje não conseguimos garantir atendimento 24 horas no Cassino todos os dias. Em alguns períodos do mês isso é possível, mas ainda não de forma permanente", afirmou. Mesmo nos dias em que não há uma guarnição completa na unidade do balneário, um bombeiro permanece de prontidão com uma viatura de apoio. Entretanto, por questões de segurança operacional, esse militar não atua isoladamente em ocorrências de maior complexidade. Segundo o tenente, sua função é prestar suporte à primeira equipe deslocada do quartel central. "Ele serve de apoio para a primeira viatura que vem do Centro. Atuar sozinho em uma ocorrência seria inseguro tanto para o profissional quanto para a própria operação", explicou. Efetivo operacional foi reduzido. Dados do 3º Batalhão de Bombeiro Militar apontam que o efetivo disponível em Rio Grande sofreu redução nos últimos anos. Atualmente, os quartéis do Centro e do Cassino contam com um total de 30 militares. Em 2024, esse número era de 35. Nesse quantitativo estão incluídos integrantes do comando da unidade, servidores da área de prevenção contra incêndios, militares em férias e profissionais afastados por motivos de saúde. Na prática, apenas 17 bombeiros estavam disponíveis para o atendimento operacional na última segunda-feira (23), número considerado insuficiente para manter as duas unidades funcionando permanentemente com equipes completas. Em nota, o batalhão informou que a abertura do quartel do Cassino continua sendo uma prioridade. "Sempre que há disponibilidade de efetivo, o quartel do Cassino permanece operante. Manter essa unidade em funcionamento é prioridade, considerando a população atendida e a distância em relação ao quartel do Centro." Reforço deve chegar no segundo semestre. A expectativa da corporação é amenizar o déficit de pessoal ainda neste ano. Segundo o tenente Rafael Cabral, 944 alunos estão atualmente em formação no Estado e deverão ser incorporados às unidades operacionais entre o final de agosto e o início de setembro. De acordo com ele, a determinação do comando-geral é que todos os novos bombeiros sejam destinados diretamente às atividades de atendimento à população. "Todos os novos militares irão atuar na atividade-fim. Nenhum será destinado inicialmente para funções administrativas", destacou. Embora ainda não exista definição sobre quantos profissionais serão enviados para Rio Grande, a corporação confirmou que todos os batalhões do Estado receberão reforço. "Rio Grande certamente será contemplada com novos bombeiros. A distribuição será definida posteriormente pelos comandos regionais." Incêndios reacendem preocupação da comunidade O debate sobre a necessidade de funcionamento permanente do quartel do Cassino ganhou força após dois incêndios registrados na última semana. Na quinta-feira (18), uma residência pré-fabricada foi completamente destruída pelas chamas nas proximidades da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do balneário. Dois idosos precisaram ser atendidos por uma equipe de ambulância devido ao estado de nervosismo antes da chegada dos bombeiros. A ocorrência foi combatida pela guarnição deslocada do quartel do Centro, com apoio do militar que estava de serviço no Cassino. No dia seguinte, sexta-feira (19), um novo incêndio mobilizou equipes na Rua Antônio da Fonseca Moraes, reforçando as preocupações da população quanto ao tempo de resposta das ocorrências e à necessidade de ampliação do efetivo operacional no município. Fonte: Comunicação Institucional Febrabom
- Capacitação em Nós, Ancoragens, Sistemas e Amarrações Reforça Qualificação Técnica na Febrabom.
Neste sábado, 20 de junho, a Febrabom promoveu, em sua sede, uma importante capacitação em Nós, Ancoragens, Sistemas e Amarrações. Reunindo participantes interessados em aprimorar conhecimentos e habilidades essenciais para operações seguras em atividades de resgate, trabalhos em altura e gerenciamento de cordas. Sob a instrução do instrutor Rafael Oliveira, o treinamento abordou conteúdos teóricos e práticos voltados à correta confecção de nós, montagem de sistemas de ancoragem, utilização de vantagens mecânicas e técnicas de amarração, fundamentais para garantir maior segurança e eficiência operacional em diversos cenários de atuação. Durante a atividade, os participantes tiveram a oportunidade de desenvolver competências técnicas indispensáveis para a prevenção de acidentes, a execução de procedimentos seguros e a aplicação das melhores práticas profissionais no uso de equipamentos e sistemas de cordas. A iniciativa integra o calendário permanente de capacitações da Febrabom, reafirmando o compromisso da instituição com a formação continuada, a excelência operacional e o fortalecimento dos profissionais que atuam nas áreas de emergência, resgate, proteção e defesa civil. Fonte: Comunicação Institucional Febrabom
- Mudanças Climáticas e Preparação Operacional Entram na Pauta da Febrabom.
Entidade reforça planejamento preventivo e mobilização da Unidade Voluntária de Proteção e Defesa Civil diante dos cenários climáticos previstos. Durante reunião realizada na manhã deste sábado (13), a Febrabom abordou temas estratégicos relacionados ao planejamento institucional, incluindo a organização das atividades previstas para o Desfile Cívico de Setembro. Na ocasião, também foram analisadas as previsões climáticas e seus possíveis impactos nas ações de prevenção, resposta e apoio à comunidade. A pauta teve como foco o acompanhamento dos cenários meteorológicos e a adoção de medidas de preparação operacional por parte da Unidade Voluntária de Proteção e Defesa Civil, FTF Febrabom. A iniciativa busca fortalecer a capacidade de atuação da equipe diante de eventos climáticos adversos, contribuindo para a proteção da população e o apoio aos órgãos competentes quando necessário. Segundo a entidade, o monitoramento contínuo das condições climáticas faz parte das ações permanentes de planejamento e gestão de riscos desenvolvidas pela Febrabom. A preparação antecipada permite a organização de recursos humanos, equipamentos e protocolos operacionais, ampliando a eficiência das ações preventivas e de resposta. A Febrabom reafirma seu compromisso institucional com a gestão preventiva de riscos, a proteção da vida, a segurança das comunidades e o fortalecimento das ações de Proteção e Defesa Civil, mantendo sua estrutura voluntária permanentemente preparada, capacitada e em condições operacionais para atuar de forma integrada no apoio às ações de prevenção, preparação, resposta e recuperação em situações de emergência, desastres e calamidades públicas. Fonte: Comunicação Institucional Febrabom
- Bombeiro Civil Recusa Convite de Henrique & Juliano para Cantar Durante Show em Campina Grande.
Socorrista priorizou a segurança do evento e explicou que permaneceu focado em suas responsabilidades profissionais. Durante a apresentação da dupla sertaneja Henrique & Juliano no São João de Campina Grande, na Paraíba, um bombeiro civil chamou a atenção do público ao recusar um convite inusitado feito por um dos artistas no palco. O episódio ocorreu no último sábado (6), quando o cantor Henrique entregou o microfone ao profissional de segurança e o convidou para cantar a música “Volta por Baixo”. No entanto, o bombeiro civil João Gabriel optou por não participar da interação, devolvendo imediatamente o equipamento ao artista. Segundo o socorrista, a decisão foi motivada pelo compromisso com suas atribuições durante o evento. “Do nada, ele me entregou o microfone e pediu para que eu cantasse. Imediatamente devolvi, porque a responsabilidade que estava em minhas mãos naquele momento era muito grande. Além de cuidar da segurança do cantor e do público, ainda teria que cantar por ele. Não cantei porque não sou cantor e nem sei cantar”, relatou. João Gabriel também revelou a frase que disse discretamente ao sertanejo antes de retornar ao seu posto de trabalho. Com bom humor, respondeu: “É melhor você como cantor e eu como bombeiro, senão o povo vai embora”. A atitude do profissional repercutiu nas redes sociais e foi elogiada por internautas, que destacaram seu comprometimento com a segurança e a responsabilidade durante a realização do evento. Fonte: Comunicação Institucional febrabom
- Febrabom Cria Serviço Público de Conferencia Digital para Certificações.
Departamento de Coordenação Estratégica de Desenvolvimento Profissional Febrabom. O Departamento Estratégico de Desenvolvimento Profissional da Febrabom, foi criado com a finalidade de promover o fortalecimento técnico, educacional e institucional dos profissionais que atuam nas áreas de emergência, prevenção, combate a incêndios, resgate e gestão de riscos. Sua missão é desenvolver ações voltadas à qualificação contínua, valorização profissional e disseminação de conhecimentos atualizados, contribuindo para o aperfeiçoamento das competências necessárias ao exercício responsável e eficiente da profissão. https://www.febrabom.org/atualizacaobombeirocivil Entre suas principais atribuições estão: Planejamento e desenvolvimento de programas de capacitação profissional; Acompanhamento das atualizações técnicas e normativas do setor. Promoção de treinamentos, cursos, seminários e programas de atualização periódica. Incentivo à educação continuada e ao aperfeiçoamento profissional. Desenvolvimento de ferramentas de transparência e validação de capacitações realizadas; Fortalecimento da credibilidade e da valorização dos profissionais certificados. Plataforma de Consulta de Capacitações Presenciais: Como parte de suas iniciativas de transparência e controle educacional, a Febrabom disponibiliza uma Plataforma de Consulta de Capacitações Presenciais, desenvolvida para permitir a verificação pública da autenticidade das capacitações promovidas ou acompanhadas pela instituição. A ferramenta possibilita que profissionais, empresas, órgãos públicos, contratantes e demais interessados consultem informações referentes à participação em cursos, treinamentos, atualizações periódicas e demais atividades presenciais registradas pela Febrabom. Objetivos da Plataforma: Garantir maior transparência aos processos de capacitação profissional; Permitir a validação pública da participação dos alunos. Combater fraudes documentais e certificados irregulares. Fortalecer a credibilidade dos programas educacionais promovidos pela Febrabom. Disponibilizar um ambiente seguro para conferência de registros de capacitação. Benefícios para a Sociedade e para o Setor. A plataforma representa um importante instrumento de confiabilidade institucional, permitindo que empregadores, organizações e a sociedade tenham acesso a informações que auxiliem na verificação da formação profissional dos participantes, promovendo maior segurança, responsabilidade e valorização daqueles que investem em sua qualificação. Por meio desta iniciativa, a Febrabom reafirma seu compromisso com a excelência na formação profissional, a transparência das informações e o desenvolvimento contínuo dos profissionais que atuam na proteção da vida, do patrimônio e do meio ambiente. Fonte: Comuicação Institucional Febrabom.
- Nova Redação da NR-10 Altera Regras de Segurança em Eletricidade.
Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego moderniza norma, amplia medidas preventivas e fortalece a proteção dos trabalhadores expostos à energia elétrica. O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) publicou no Diário Oficial da União desta segunda-feira (1º) a Portaria nº 737, de 29 de maio de 2026, que aprova a nova redação da Norma Regulamentadora nº 10 (NR-10), responsável por estabelecer os requisitos de segurança em instalações elétricas e serviços em eletricidade. A atualização entrará em vigor em 2 de junho de 2027, concedendo prazo para adaptação das empresas e profissionais do setor. A revisão da norma representa um importante avanço na gestão de riscos ocupacionais relacionados à energia elétrica, alinhando a NR-10 às diretrizes do Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO), previsto na NR-1. O objetivo é fortalecer as medidas de prevenção e assegurar condições mais seguras de trabalho para os profissionais expostos aos perigos decorrentes do uso da eletricidade. A nova redação estabelece requisitos mínimos para a implementação, o monitoramento e o controle dos riscos ocupacionais, abrangendo todas as etapas do ciclo de vida das instalações elétricas. A norma passa a contemplar de forma mais integrada as fases de geração, transmissão, distribuição e consumo de energia elétrica, incluindo atividades de projeto, construção, montagem, comissionamento, operação e manutenção. A aplicação da NR-10 estende-se às instalações elétricas de baixa, média e alta tensão, tanto em corrente alternada quanto contínua, sejam elas permanentes ou temporárias. Além disso, reforça a necessidade de observância das normas técnicas oficiais e, na ausência destas, das normas internacionais aplicáveis que garantam níveis equivalentes ou superiores de proteção à saúde e à segurança dos trabalhadores. Outro ponto de destaque é a ampliação das diretrizes para atividades realizadas em instalações elétricas e em suas proximidades. A norma considera situações em que o trabalhador possa ingressar na chamada zona controlada, seja diretamente ou por meio de ferramentas, equipamentos ou extensões condutoras, exigindo procedimentos mais rigorosos de prevenção e controle. Especialistas avaliam que a atualização acompanha a evolução tecnológica do setor elétrico e contribui para a redução de acidentes de trabalho, fortalecendo a cultura de segurança e a responsabilidade das organizações na gestão dos riscos ocupacionais. Com a entrada em vigor prevista para 2027, empresas, gestores e profissionais da área terão um período de transição para revisar processos, capacitações e procedimentos operacionais, garantindo conformidade com as novas exigências da legislação trabalhista. Fonte: Comunicação Institucional Febrabom.











